sábado, 13 de novembro de 2010


"O meu mundo se resume a palavras que me perfuram, a canções que me comovem, a paixões que já nem lembro, a perguntas sem respostas, a respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei. Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto. Tenho uma parte que acredita em finais felizes, em beijo antes dos créditos. Enquanto outra acha que só se ama errado. Tenho uma metade que mente e iludi. Outra que só conhece a verdade. Uma parte que precisa de amor, carinho, pés com pés. Outra que sobrevive sozinha. Metade auto-suficiente."

Planejar, também é viver.




Um dia eu postei aqui mesmo no blog sobre me arriscar, mas graças a um menino, eu percebi que estava sendo hipócrita, porque eu tenho meu futuro completamente planejado, faculdade, pós-graduação, mestrado, doutorado, emprego, aposentadoria, faculdade por hobbie e outras coisas. Ou seja, já tenho uma planilha, e tenho medo de fugir dela, tenho medo de não conseguir cumprir, tenho medo de sair um pouco dela e acabar com o meu futuro.
Esse menino que eu citei, ele é a pessoa mais impulsiva que eu já conheci, de uma maneira boa, claro, ele quer fazer o que ele gosta, ele batalha naquele momento, ele não ta nem ai para o que vai vir, ele vive o presente, aproveitando cada momento, ele diz que prefere viver com pouco e feliz, do que com muito e infeliz. Sinceramente, eu pretendo viver com muito e feliz, quero poder fazer tudo que eu sempre sonhei. Viajar o mundo, conhecer vários lugares, ser poliglota, conhecer muita gente, ser reconhecida como uma Desembargadora bem sucedida e etc.
Ou seja, eu tenho medo de me arriscar, e o que adianta eu falar para vocês se arriscarem, se eu tenho medo disso? Estaria sendo hipócrita, vocês devem seguir o seu coração e seu senso, eu sigo apenas meu senso, isso pode parecer errado, mas por enquanto pretendo continuar a seguir minha planilha.
Obrigada menino chato por me mostrar isso ♥

sexta-feira, 12 de novembro de 2010



"Todo relacionamento que não acaba com separação, acaba em morte. Tudo desmorona no final."
Dr. House


Sobre esse tema, não tenho muito o que dizer, não quero ser hipócrita em meu próprio blog, o que eu tenho para falar é que , a melhor maneira de não se machucar em uma separação, e nunca entrar em uma relação, ainda mais quando você tem prioridades maiores que uma atração adolescente e a pessoa o qual você compartilha esse relacionamento, no fim, se mostra o que realmente é , e faz você acreditar que terminar com ela foi a melhor coisa que te aconteceu, que se você pudesse voltar atrás, talvez não tivesse feito a mesma coisa.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Mary Anne Rose - parte 2


De repente a menina acorda assustada, ela ainda estava naquele lugar. Ela se levanta, e quando percebe o céu já não está mais azulzinho. Ela fica nervosa, sem saber para onde ir, a única luz era a da lua cheia que estava bem em cima dela, mas iluminava partes do rio, e algumas arvores da floresta.
Com medo de algo sai da água e puxar ela de novo, ela preferiu andar floresta a dentro. O barulho era horrível, vários tipos de bicho passavam por ela sem se intimidar com a presença da menina, e a menina continuava andando, até que ela ouviu um galho se quebrando, como se alguém tivesse pisado nele, pela cabeça de Mary se passavam tantas coisas, ela lembrou de quando isso ocorria nos filmes significava: “CORRE!” Foi o que ela fez, correu sem direção aparente, porem como em quase todo filme, a menina tropeça e cai, seus cotovelos estavam ralados e seus joelhos sangrando, ela preferiu sentar e esperar por uma morte rápida.
Apavorada, mas decidida a ficar ali, ela cruza as pernas próximas ao seu queixo, apóia sua cabeça nele e fecha os olhos. Ao ouvir os passos sorrateiros ela resolve olhar, e vê que tem uma lanterna acesa, devia ser um homem, era o que pensava a menina, mas ela percebeu que era um menino, mais ou menos de seu tamanho e ela não conseguiu conter o sorriso de felicidade e alivio, o menino, involuntariamente, retribuiu com um sorriso ainda mais empolgado.
- Você está bem? – perguntou o menino
- Estou sim – responde a menina
O menino ilumina com sua lanterna e percebe que o joelho da menina estava sangrando, ele rapidamente se aproximou da menina e ajudou a menina a se levantar colocando o braço dela envolta de seu pescoço, e seu braço em volta da cintura dela para apoiá-la.
- Obrigada. – disse a menina com uma voz doce.
- De nad... – antes de o menino completar a frase ela o surpreende com um beijo em sua bochecha – De nada. – ele sorri, um pouco corado.

sábado, 6 de novembro de 2010


"A ansiedade faz toda esperança parecer angustiante"
João Paulo Diniz




Sobe, sobe!
que ódio dessa droga dessa janelinha que não sobe, será que você sabe que eu estou online? Vou te bloquear e te desbloquear para ver se você vem falar comigo.....
NADA! Que saco, quando eu falo com você temos taaaaaaaanto assunto, e você parece gostar de conversar comigo, então porque você mesmo não vem falar comigo? Que saco, vou tentar fazer isso de novo, bloquear e desbloquear... Nada de novo?! Quer saber? Não quero mais falar com você , não to nem ai se você está ou não online !
Ta vou entrar e sair pela ultima vez, se você não falar comigo eu não falo com você ! não falou comigo! Será que esta chateado comigo ? mas eu não fiz nada... eu não devo é fazer diferença nenhuma para você , isso siim, por isso que você não fala comigo. (abro a janela ) Não vou falar, não vou falar!
Caroline Cardoso says:
Oiii :$
Que saco! Não sou forte o suficiente.

Mary Anne Rose



Ela corria incansavelmente, mas aquele corredor nunca acabava, era tão escuro e tão frio, de repente ela tropeça e sente que tem algo vindo em sua direção, ela levanta rápido sem olhar muito para trás, e de repente consegue ver uma luz ao fim do túnel, ela corre mais rápido e se joga na luz sem pensar. Então a pobre menina tinha caído em um abismo, e ela chorava e gritava, enquanto continuava caindo, mas de repente ela sente um abraço muito aconchegante, parecia que mesmo enquanto ela caia tinha algo que a consolava, mas ela percebeu que isso era apenas um fruto de sua imaginação.

A menina caiu dentro de um rio gelado e escuro, por mais que seus olhos estivessem abertos ela não conseguia enxergar nada, apenas vultos que pareciam que a rodeava , tentando subir, ela começou a nadar, mas algo a puxava para baixo sem ao menos encostar nela, mas a menina não desistiu, tentou manter a calma e continuou fazendo força para subir, ateh que finalmente ela subiu e respirou profundamente, talvez ela não tivesse agüentado mais, mas ela conseguiu suportar, com medo de que algo acontecesse de novo a ela, ela nadou até a borda , subiu na terra rápido , e se deitou sobre a grama verde. Olhou para o céu , ele estava tão azul, tão bonito, que ela podia ficar ali por horas olhando para ele , mas ela acabou pegando no sono, afinal ela tinha sofrido tanto a alguns minutos atrás , que estava exausta .
O rosto da menina já não era mais o mesmo, estava com olheiras, sua bochecha rosada estava pálida, seus lindos cabelos encaracolados, estavam bagunçados , e seu tão belo vestido azul estava rasgado e sujo. Aquela menina, tão pequena, tão sensível, já tinha passado por tanta coisa e ninguém sabia, ela preferia guardar suas aventuras para si, ela preferia se afastar das pessoas do que ver as pessoas sentindo pena dela, ou tentando aconselhá-la de maneiras variadas. Essa menina era mais do que uma simples menina, ela sofria como uma adulta, apesar de ainda ter a pureza de uma criança, ela sofria sem reclamar, a solidão era sua melhor amiga.
Era sempre assim, sempre que ela pensava que estava tudo bem, vinha uma onda de tristeza e caía de novo sobre ela, então ela preferia assim, queria estar só, ela não queria que ninguém sofresse por causa dela, ela não queria trazer a infelicidade de ninguém, afinal ela sabia o quanto ela sofria.
- Sou Mary Anne Rose, nasci para sofrer e lutar.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Acampamento


Se existe um momento que a gente deseje estar em um lugar mais do que qualquer outro seria esse , nada que já ocorreu na minha vida se compara aos quatro dias que passei nesse acampamento .
Eu aprendi tanta coisa, mudei meu jeito de ser , fiz amigos de verdade , ganhei competições , perdi outras , chorei , sorri , ou seja , valeu a pena , não trocaria essa experiência para estar em nenhum outro lugar do mundo.
Fiz coisas nesse acampamento que eu não imaginava ser capaz, coisas que a minha timidez talvez não deixasse, mas na hora eu nem lembrar que a palavra timidez existia e apenas fazia , não pensava nas conseqüências, eu apenas arriscava. E todos os resultados das vezes em que eu me arrisquei valia a pena.
Com certeza Deus estava presente naquele lugar, e me mostrou o que com ele cada sacrifício vale a pena.
Obrigada pessoal amei estar com vocês nesses 4 dias , e ano que vem tem mais (yn)