domingo, 23 de janeiro de 2011

Como um globo de neve...

     Nunca percebemos o quanto uma pessoa é essencial até que ela se distancie.
Saudade ? pode até ser, é o que eu mais sinto, mas dessa vez acho que é mais que isso, acho que a palavra seria Necessidade. Porque quando eu estou longe me sinto tão mal, claro, quando eu ouço a voz a minha angustia diminui, e um sorriso se posta sobre meu rosto,  mas ao desligar o telefone percebo que nada mudou, que ela continua longe, continua a Km de distancia de mim.
     Não vou falar que vou morrer por isso, não vou, mas é como se metade da minha vida estivesse faltando, como se faltasse alguma peça para o quebra- cabeça que completa minha vida, e eu estou com medo, com medo da minha atitude quando rever a pessoa, com medo de essa saudade não ser tão recíproca quanto ela fala que é, com medo de ser mais uma menininha idiota que se iludi com qualquer sim .
    Já viu um globo de neve?  Ele esta parado, bonito, mas sem vida, sem movimento, mas quando viramos de cabeça para baixo e voltamos os flocos de neve se espalham dando vida ao globo de neve, mas logo logo a neve toda cai e ele fica sem vida de novo, apenas esperando para que alguém chacoalhe ele para que ele pareça ter vida de novo. Pois é .. eu sou assim, quando eu falo com essas pessoas começa a cair floco de neve, mas logo logo acaba e eu fico novamente desanimada, sem vida, sempre ansiando para que alguém chacoalhe minha vida .

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Mary Anne Rose - parte 8

- Você ainda não me contou o motivo de tanta tristeza, tantas lagrimas .. – Victoria senta ao seu lado. – Esta fugindo de algo? Perdeu alguém ?
- Beem, eu não perdi, só que eu to longe da única pessoa que eu realmente me apaixonei nessa vida.
- Iiih... então é menino, conte-me o que houve, detalhes heiin! – Victoria ri e Mary Anne força um sorriso.
- Ah.. é uma longa historia, é melhor não falar disso. – Mary abaixa a cabeça
- Nada disso, eu te contei sobre minha irmã, então pode contando.
- Eu o conheci de uma maneira tão inesperada, mas eu lembro o que ele estava vestindo, as primeiras palavras que ele dirigiu a mim, lembro de tudo. Ficamos muito amigos, mas a amizade meio que se tornou uma paixão, pelo menos da minha parte.
- Mas ele nunca disse se gostava de você ou não ?
- A gente já se beijou um dia, e ele tentou conversar comigo sobre o nosso futuro, que um dia poderíamos ter um futuro juntos, mas eu não sei se ele gosta de mim de verdade ou só da minha companhia sabe?! Porque eu era amiga dele, apoiava ele em suas decisões mesmo quando eu era contra, escutava ele quando ele precisava desabafar, então tudo ficou confuso pra mim.
- Você sente falta dele neah ?
- Muita! E é tudo novo para mim, eu nunca me apaixonei antes, então eu não sei se isso que eu to sentindo é passageiro ou não, se é verdadeiro ou não , mas ele é a primeira pessoa em que eu penso quando acordo e a ultima antes de eu dormir, fora os meus sonhos, e eu não sei se isso é bobeira, não sei o que ele vai achar de mim quando souber disso, tenho medo de ele descobrir que eu realmente gosto dele e ele cansar de mim, eu não agüentaria ser rejeitada por ele.
- Mas você tem que arriscar ! – Victoria levanta e fica em pé em frente a Mary . – Eu só acho que se ele fosse mesmo se cansar de você ele não teria tocado no assunto futuro, homens geralmente fogem tanto desse papo, você deve ir atrás dele !
    Aquelas palavras deram  novamente a vida ah Mary, ela se decidiu, ela estava decidida a voltar La e dizer tudo que sentia por ele, afinal, foi ele quem a beijou, não ao contrario. Mary abraçou Victoria com força .
- Obrigada Vicky , eu prometo que volto, não demoro mais que um dia .
-Pode ficar a vontade , você já sabe o caminho não é ?
    Elas se despediram, e La foi Mary Anne, decidida a encontrar seu primeiro amor, a ter uma vida com ele, e a deixar todos os seus medos de lado, principalmente o de amar. 

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Mary Anne Rose - parte 7

Mary Acorda e percebe que Victoria ainda está dormindo, então ela levanta devagar e vai para a sala, quando chega na sala ela vai olhando as coisas em cima de prateleiras, da lareira e etc.. Ela vê uma linda caixinha de Musica, quando ela abre uma linda bailarina rosa de plástico dança pela caixinha de musica. Ela fica lembrando de quando ela dançava ballet , como ela se sentia viva, então ela fechou seus olhos e começou a dançar, ela sentia como se tivesse dançando nas nuvens, nada conseguia atingir ela, quando ela dançava nada mais no mundo a importava, e ela dançava com leveza. De repente ela escuta um barulho, se vira e toma um susto quando percebe que Victoria a estava observando com lagrimas nos olhos.
- Desculpe- diz Mary se recompondo e fechando a caixinha de musica – E-eu não queria sair mexendo, me desculpe isso não vai tornar a acontecer.
- Minha mãe sempre colocava essa musica para tocar para eu dormir – falava Victoria olhando para a caixinha e parecendo ignorar o que a Mary havia dito – E quando a Mel nasceu eu comecei a colocar sempre para ela ouvir, seu primeiro passo foi ouvindo essa musica, ela estava tentando dançar e acabou andando.
- Você sente muita falta dela nee ?  
- Mais do que qualquer coisa nesse mundo.
-Mas então por que você não volta a morar com seus pais ?
- Não é assim tão fácil, uma vez que você sai da casa você é banido da arvore genealógica, é como se você fosse emancipado, como eu já disse , aqui é muito diferente de onde você veio. – Ela enxuga as lagrimas e sorri – Mas nossa, não sabia que você dançava tão bem, você gosta de musica clássica?
- Bastante, e eu amo Ballet. Eu me sinto muito bem quando eu danço, é como se eu fosse um pássaro, é como se eu flutuasse, nada em minha volta importa quando eu danço .
- Um dia você vai me ensinar hein – as duas riem – Bem.. Está com fome? Vou preparar uma de minhas especialidades para comermos.
  Como se já se conhecessem a anos elas se tratam bem, brincando uma com a outra, conversando, trocando segredos e medos. Elas eram tão diferentes e ao mesmo tempo tão parecidas, será que finalmente Mary Anne Rose teria uma amiga? 

Mary Anne Rose - parte 6

Seguindo Victoria , Mary Anne entra na casa. A casa era muito fofa, toda lilás e branca, cheia de bonequinhas, retratos e livros.
- É sua irmã ? – diz Mary apontando para uma foto de Victoria abraçada com uma bebezinha loira, que muito se parecia com ela.
- É siim, linda neah ? Ela mora com meus pais – Victoria falou aquilo com um desanimo, que até parecia ser algo ruim.
- E por que você  não mora com eles? – pergunta Mary
- O Bom de morar em bridge fallen é isso, a partir dos 12 anos já podemos escolher se moramos ou não com os nossos pais, e a maioria das famílias se muda de tempos em tempos, mas quando o filho alcança essa idade, já pode escolher se vai com eles ou fica, no meu caso eu escolhi ficar, mas sinto muito a falta da Mel .
- Sua irma neah ?
- Sim, a decisão mais difícil que eu já tomei foi essa, mas quando ela fizer 12 anos ela vem morar comigo.
- Mas por que isso? Esse lugar não é normal, onde já se viu uma criança de 12 anos morar sozinha?
-Beem – Victoria se joga no sofá – Quando você achar algo que seja normal nessa cidade você me avisa.
   Mary Anne preferiu levar aqui na brincadeira, mas pensando bem, ela nem sabe como foi parar naquele lugar, tudo o que ela se lembra e de acordar na beira de um rio , e de sua antiga vida, mas nada sobre como ela chegou na beira do rio .
   Depois de muito conversarem Victoria fez uma cama para Mary, e se foi dormir em uma cama perto, a cama de Mary ficava ao lado da janela, e ela estava maravilhada com aquele céu estrelado, parecia que as estrelas estavam pertinho e a lua ? Aaa .. aa lua era maravilhosa, tão grande, tão branca e tão brilhante, aquele céu era algo de outro mundo. “ será que ele também esta olhando para esse céu ? Será que ele pensa tanto em mim, quanto eu penso nele? “ Mary Anne estava perdida em pensamentos, até que dormiu .

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

"Se tem uma coisa, que eu aprendi, é que não existem fofocas sem segredos. Tem que ser corajoso o suficiente para revelar seu segredo, apenas para ser usado contra você. Ou o segredo dos outros pode te afetar de maneiras inesperadas. Tem segredos que se fica feliz ao guardar fora da visão dos outros sendo enterrado mais fundo do que antes. Mas os segredos mais poderosos são as verdades que você achou que nunca seriam reveladas, que uma vez ditas, mudam tudo. Mas não se preocupe, B. As estrelas mais fortes, queimam mais rápido. Ou pelo menos foi isso que eu ouvi dizer. Esperando para uma estrela cair, xoxo."


                                      → Gossip Girl 

Falling For You - Colbie Caillat


I don't know but
I think I may be
Falling for you
Dropping so quickly
Maybe I should
Keep this to myself
Waiting 'till I know you better

I am trying
Not to tell you
But I want to
I'm scared of what you'd say
So I'm hiding
What I'm feeling
But I'm tired of
Holding this inside my head

I've been spending all my time
Just thinking 'bout you
I don't know what to do
I think I'm fallin' for you
I've been waiting all my life
And now I found you
I don't know what to do
I think I'm fallin' for you
I'm fallin' for you

As I'm standing here
And you hold my hand
Pull me towards you
And we start to dance
All around us
I see nobody
Here in silence
It's just you and me

I am trying
Not to tell you
But I want to
I'm scared of what you'd say
So I'm hiding
What I'm feeling
But I'm tired of
Holding this inside my head

I've been spending all my time
Just thinking 'bout you
I don't know what to do
I think I'm fallin' for you
I've been waiting all my life
And now I found you
I don't know what to do
I think I'm fallin' for you
I'm fallin' for you

Oh I just can't take it
My heart is racing
Emotions keep spinning out

I've been spending all my time
Just thinking 'bout you
I don't know what to do
I think I'm fallin' for you
I've been waiting all my life
And now I found you
I don't know what to do
I think I'm fallin' for you
I'm fallin' for you

I think I'm fallin' for you
I can't stop thinking 'bout it
I want you all around me
And now I just can't hide it

I think I'm fallin' for you

I think I'm fallin' for you

Fallin' for you

Apelidos D:

          Apelidos servem para não termos que citar o nome da pessoa, para tratar de maneira carinhosa, ou para apenas zoar a pessoa. Eu tenho milhaaaaares de apelidos, cada lugar me dão um apelido novo, mas eu nem ligo, dependendo do apelido claro. Vou citar alguns dos meus apelidos:
·         → Welcome – Eu tive uma fase em que todos me chamavam de emo, e daí cantavam a musica “welcome to my life “ do Simple Plan pra mim, daí meu apelido ficou Welcome. (por Karla)
·         → Foquinha  Saltitante – Sempre que eu ficava muito animada, eu meio que batia palmas, daí ficou foquinha saltitante. (por Juliana)
·         → Danada – Loooonga historia, mas nada demais. ( por Luan P.)
·         → Predador – Também, longa historia, e desse eu não gosto muito. (por Celso H.)
·         →Botinho voador – Quando eu era pequena eu fazia natação e era a mais rápida da minha turma, daí botinho. Depois eu entrei para o trampolim acrobático e da minha turma eu era a que pulava mais alto, então ficou Botinho voador. (por Junior)
·        →  Pupila – Minha cunhada fazia figuração e ela fazia papel de pupila, daí minha tia dizia que era para eu fazer e tal, e falou que eu que tinha cara de pupila, ai ficou, até hoje ela me chama assim.  ( por Kátia)
·         → Pistache – Minha prima é paranaense, e ela fala tipo “caipira”, não que ela seja, mas daí quando eu falava pistache eu falava chiado como todo carioca e ela e os amigos dela riam , então ficavam me chamando de pistache . ( por Eliana)


          Tenho mais,  mas já deu para ter uma idéia do que eu quis dizer. Beem, apelidos nem sempre são aceitos, então devemos sempre respeitar quem liga e quem não liga, e maneirar em alguns apelidos, porque apelidos que não vêem de amigos , nem sempre são legais , até os que vêem de amigos as vezes nos constrange um pouco (Neah Celso Henrique?).
           Mas o melhor de tudo é que se nos importarmos com coisas tão pequenas, não veremos grandes coisas a nossa frente, por isso expus aqui os meus apelidos, porque sinceramente não ligo para isso, seja Carol, Caroline, welcome , que seja, o que importa é que eu sei exatamente quem eu sou, e sei exatamente com o que eu devo ou não me importar . Então , que venham novos apelidos ...